Junho 2010

Pois é pessoal, era feriado e a febre de ir à pesca estava a subir.
O material estava preparado, e assim houvesse tempo que arrancava de imediato.
Eram já mais de 11horas até que consegui libertar-me do trabalho.
Arranquei virado ao pesqueiro que me tinha dado umas alegrias na pescaria com o Nuno Ribeiro a outra semana.
Muitos lançamento e nada.
Havia peixe, as perseguições aconteciam, e via-se um peixe aqui e ali.
Não devem estar a comer, pensei eu…
Experimentei mais um pesqueiro e ai sim vi alguns Achigãs.
Spiners, Vinis, Cranks, e nada…
Hum… isto não está a funcionar…
Ando mais uns 100 metros noutra direcção e dou com um pesqueiro com muitos peixes pequenos.
Spiners só os espantava, vinis à texas e nada… até que me lembrei de outra coisa… finess…
Vou tentar algo mais subtil.
Montei uma amostra que já tenho faz muito tempo, mas nunca tinha utilizado.
Basstrix-flashtrix-baby bass, montado em split shot muito levezinho.
Pequenos toques e a recuperar com toques de ponteira e nada. Eu via-os a ir direito à amostra mas sem ataques, até que me lembro… lançar e deixar ficar.
Foi só esperar um pouco e os toques sucederam-se uns atrás dos outros.
Eles queriam uma refeição fácil sem se mexerem muito, e eu sirva-lha de bandeja.
A linha ajudou por ter uma boa flutuabilidade, e a técnica foi lançar e observar a linha a mexer, lançava e esperava por um movimento súbito ou irregular da linha, a seguir era só ferrar.
É certo que os peixes eram todos pequenos, mas a sucessão de capturas foi de tal ordem que posso concluir que foi a técnica correcta para a situação com que me deparei. Assim fossem eles maiorezitos que seria espectacular.
Aqui estão alguns deles:
Explorei o pesqueiro de manhã e de tarde, porque tinha visto Achigãs grandes, mas não consegui capturar nenhum desse porte.
Já em tempo de compensação resolvi visitar uma zona em que já tinha conseguido algumas boas capturas, aqui usei um spinerbait sem hesitar e insiste, insisti, e eles lá apareceram.
Fui brindado com mais três Achigãs, um pequeno e dois maiorezitos.
Um deles já tinha um tamanho jeitoso e brindou-me com um salto espectacular. Sangrou um pouco por ter sido ferrado numa zona mais sensível, mas depois de recuperar arrancou a toda a velocidade, e penso que ficou bem.
Nisto ainda encontrei o amigo Nuno Ribeiro a descomprimir de um dia passado a estudar.
Uma pouca de conversa e casa que já eram nove da noite.
Material
canas e carretos:
Crankstick 7 m BPS / Quantum Energy PT
Extreme 6.6 mh BPS / Shimano Stradic SFC 3000
Procaster 6 mh Daiwa / Geologic L30
As saudades que eu já tinha de uma bela pescazinha

por Rui Coimbra » 11 jun 2010, 23:39

Pois é pessoal, era feriado e a febre de ir à pesca estava a subir. O material estava preparado, e assim houvesse tempo que arrancava de imediato. Eram já mais de 11 horas até que consegui libertar-me do trabalho. Arranquei virado ao pesqueiro que me tinha dado umas alegrias na pescaria com o Nuno Ribeiro a outra semana. Muitos lançamento e nada. Havia peixe, as perseguições aconteciam, e via-se um peixe aqui e ali.Não devem estar a comer, pensei eu…Experimentei mais um pesqueiro e ai sim vi alguns Achigãs. Spiners, Vinis, Cranks, e nada…Hum… isto não está a funcionar… Ando mais uns 100 metros noutra direcção e dou com um pesqueiro com muitos peixes pequenos. Spiners só os espantava, vinis à texas e nada… até que me lembrei de outra coisa… finess…

Vou tentar algo mais subtil.Montei uma amostra que já tenho faz muito tempo, mas nunca tinha utilizado. Basstrix-flashtrix-baby bass, montado em split shot muito levezinho. Pequenos toques e a recuperar com toques de ponteira e nada. Eu via-os a ir direito à amostra mas sem ataques, até que me lembro… lançar e deixar ficar. Foi só esperar um pouco e os toques sucederam-se uns atrás dos outros.Eles queriam uma refeição fácil sem se mexerem muito, e eu sirva-lha de bandeja.A linha ajudou por ter uma boa flutuabilidade, e a técnica foi lançar e observar a linha a mexer, lançava e esperava por um movimento súbito ou irregular da linha, a seguir era só ferrar. É certo que os peixes eram todos pequenos, mas a sucessão de capturas foi de tal ordem que posso concluir que foi a técnica correcta para a situação com que me deparei. Assim fossem eles maiorezitos que seria espectacular.

Aqui estão alguns deles:

rui coimbra achigas 1

Explorei o pesqueiro de manhã e de tarde, porque tinha visto Achigãs grandes, mas não consegui capturar nenhum desse porte. Já em tempo de compensação resolvi visitar uma zona em que já tinha conseguido algumas boas capturas, aqui usei um spinerbait sem hesitar e insiste, insisti, e eles lá apareceram.Fui brindado com mais três Achigãs, um pequeno e dois maiorezitos. Um deles já tinha um tamanho jeitoso e brindou-me com um salto espectacular. Sangrou um pouco por ter sido ferrado numa zona mais sensível, mas depois de recuperar arrancou a toda a velocidade, e penso que ficou bem.

rui coimbra achigas 2

rui coimbra achigas 3

Nisto ainda encontrei o amigo Nuno Ribeiro a descomprimir de um dia passado a estudar. Uma pouca de conversa e casa que já eram nove da noite.

Material:
canas e carretos:
Crankstick 7 m BPS / Quantum Energy PT
Extreme 6.6 mh BPS / Shimano Stradic SFC 3000

Procaster 6 mh Daiwa / Geologic L30

Amostras:
Spinnerbait Boya
Bastrix Flashtrix – Cor Baby bass

Worm yamamoto (oferecido pelo Nuno Correia faz algum tempo)

Abraço da Lagoa

Rui Coimbra

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