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Num Rio do Norte
por Marcos Dias » 04 abr 2015, 10:30
Olá a todos

Estava indeciso entre fazer o relato de uma jornada de pesca em que consegui a captura de um bom exemplar de truta fário, o meu recorde, e fazer um relato de uma jornada de pesca que fiz na terça-feira pela região do Minho. Bem vendo bem vou sem dúvida fazer o relato da ida ao norte por ser extremamente mais rica do que a primeira. Para começar, o objectivo era fazer uma visita a Valença do Minho passar la pela loja de pesca comprar meia dúzia de colheres para repor o stock e depois dar uma volta pelo rio Coura, mais propriamente pela barragem de Covas, por indicação do amigo que ia comigo se capturarem nessa barragem grandes trutas. Na terça-feira às 7 da manha estávamos a caminho. Duas horas depois, Valença à vista!! Fizemos uma pequena visita ao interior fortaleza, apreciar a bonita paisagem para o vale do rio Minho, enquanto procurávamos pela dita loja. Lá a encontramos, fizemos as nossas compritas, dois dedos de conversa, algumas dicas e bora procurar essa tal barragem! Mas também houve tempo para um almoço rápido.
Curva e Contra curva

Ora a subir

marcos dias 1

Ora a descer

marcos dias 2

No rasto da truta...
por João Mota » 13 mar 2015, 04:11

Boa noite rapaziada!

Venho com mais um post, este é "mais ou menos" o seguimento do post "Em busca do "Eldorado"". A procura pela truta difícil nos lugares difíceis, nos lugares desconhecidos, perder-me para me encontrar.

Desta vez começou com uma proposta do meu companheiro truteiro Hermínio, conhecedor da Madeira, dos seus cursos de água, dos caminhos das levadas e um explorador por excelência.
- João - diz ele - temos de ir ao Alecrim para ver se aquilo tem escamas!
- Ao Alecrim?? - contraponho - aquilo tem caminho para lá???
- Tem uma levada que lá passa, temos de pesquisar da levada para cima.
- Certo, fica combinado - remato embora com algumas reservas...esperava-me de certo uma boa caminhada até ao sitio e uma pior ribeiro acima depois, tinha quase a certeza disso...não me enganava muito...

Como em todas as primeiras vezes, a curiosidade move-nos com afinco, e desta vez não foi diferente...não conseguia tirar aquilo da cabeça. Hoje foi o dia que ficou combinado e lá nos fizemos ao asfalto. O dia estava bom e prometia.

A estrada fez-se em amena cavaqueira, como sempre, sempre junto ao mar que com o sol matinal se apresentava de maneira soberba! Mesmo a pedir uma cacholada...mas não era a isso que vinha-mos e lá chegou o cruzamento do afastamento, começamos a subir, muito. Eles aqui na madeira gostam de poupar na estrada e fazem-nas estradas a direito, principalmente a subir para ficar-mos impressionados com o feito...enfim após uma interminavel escalada a quatro rodas, lá chegamos ao destino...que é como quem diz, ao ponto de começo da caminhada. E lá nos fizemos à levada.

joao mota 1

A levada seguia em curva e contra curva, como que a aliciar-nos para um fim que tardava a chegar. Um dos ribeiros corria abaixo de nós...bem abaixo, uns 200 ou mais metros, e sítios havia que não eram para os mais impressionáveis...felizmente essa parte acabou numa curva que finalmente chegou e um buraco apareceu diante de nós...é por aqui disse ele...lanternas para fora e siga para a próxima curva...